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Deputada Luciane Carminatti promove curso gratuito para candidatos a professor temporário em SC

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Foto: Lucia Necarminatti

A deputada estadual Luciane Carminatti (PT-SC), presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, oferece curso gratuito de formação para candidatos ao processo seletivo de ACTs (Admitidos em Caráter Temporário) da rede estadual de ensino. A iniciativa visa preparar os futuros professores para a prova do Edital SED n.º 3.021/2025 de forma gratuita e online.

A próxima aula será realizada na terça-feira (11), às 19h, e abordará gestão democrática na educação, com foco em mecanismos de participação e instâncias colegiadas. O tema será ministrado pelo mestre João Carlos da Gama, pedagogo e especialista em política e gestão educacional, membro do Fórum Estadual de Educação de Santa Catarina.

O curso começou no dia 29 de outubro, com aula da própria deputada sobre fundamentos legais e normativos da educação, e se estende até 27 de novembro, totalizando 12 encontros online. As aulas reúnem especialistas de universidades como UFSC, UDESC e Unochapecó.

Já foram realizadas três aulas: além da abertura com Luciane Carminatti sobre fundamentos legais, os participantes assistiram às palestras de Elcio Cecchetti sobre Base Nacional Comum Curricular e Proposta Curricular de Santa Catarina (4 de novembro) e de Daniela Sá sobre metodologias ativas e estratégias de ensino (6 de novembro).

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Ainda é possível se inscrever e acompanhar as aulas já realizadas e as próximas. Para isso, preencha este formulário: Forms.gle

Programação completa

  • 29/10: Fundamentos legais e normativos da educação (deputada Luciane Carminatti)
  • 4/11: Base Nacional Comum Curricular e Proposta Curricular de Santa Catarina (Elcio Cecchetti)
  • 6/11: Metodologias ativas e estratégias de ensino (Daniela Sá)
  • 11/11: Gestão democrática na educação (João Carlos da Gama)
  • 13/11: Desenvolvimento humano e processos de aprendizagem (Jilvania Lima dos Santos Bazzo, UFSC)
  • 14/11: Princípios da administração pública (Idir Canzi, Unochapecó)
  • 17/11: Concepções pedagógicas e teorias educacionais (Lourival Martins Filho, UDESC)
  • 18/11: Planejamento e organização do trabalho pedagógico (Locenir de Moura Selivan)
  • 20/11: Diversidade e direitos humanos (Georgia Carneiro da Fontoura e Aleida Cardoso Corrêa)
  • 25/11: Saúde na escola e habilidades socioemocionais (Suzan Alberton Pozzer)
  • 26/11: Educação inclusiva e diferenciação pedagógica (Tania Mara Zancanaro Pieczkowski)
  • 27/11: Contextos do mundo, Brasil e Santa Catarina (Gerson Junior Naibo)

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Deputada Luciane Carminatti diz que projeto contra cotas raciais é retrocesso e afirma: “Não tem acordo”

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A presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputada estadual Luciane Carminatti (PT), se posicionou duramente contra o projeto de lei que pretende extinguir as cotas raciais na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e nas instituições da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe).

Para a deputada, a proposta representa um grave retrocesso social e educacional. “Santa Catarina não pode retroceder. As cotas raciais existem porque o racismo existe. Fingir que todos partem do mesmo ponto é negar a realidade e aprofundar desigualdades”, afirmou.

Luciane destacou que as políticas afirmativas transformaram o acesso ao ensino superior, garantindo a inclusão de estudantes negros e negras que, por muito tempo, estiveram excluídos da universidade e da vida acadêmica. Segundo ela, os resultados são comprovados e mostram que as cotas ampliam oportunidades, fortalecem as instituições e qualificam a produção acadêmica.

A parlamentar foi categórica ao afirmar que não há acordo para a votação do projeto. “Esse projeto é inaceitável. Não tem acordo, não tem negociação. Defender o fim das cotas é fechar portas e atacar o direito à educação”, afirmou.

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Por fim, a deputada reiterou que a defesa das políticas afirmativas é parte do compromisso com uma educação pública, democrática e inclusiva. “Estamos falando de justiça social, de equidade e do papel da universidade como espaço de transformação. Retroceder não é opção”, concluiu.

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