Região Norte
Modernização, segurança jurídica e reconhecimento: IEPTB-AC realiza evento marcante com autoridades do Acre
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IEPTB-AC promove evento de avaliação dos serviços oferecidos pelos cartórios no estado em 2025.
O Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil – Seção Acre (IEPTB-AC) promoveu uma noite de homenagens e celebração para autoridades e delegatários nesta sexta-feira, 21. O evento serviu para avaliar as ações realizadas pelos cartórios do estado em 2025, como a informatização de toda a base de dados, contribuindo para a qualidade no atendimento ao público.
Segundo o presidente da instituição, Ricardo Martins, o atendimento ao público é um dos mais bem avaliados, o que pode ser confirmado pela própria Corregedoria-Geral da Justiça do Acre (Coger).
“Nesses 15 anos, desde nossa assunção, apresentamos grande evolução na prestação dos serviços. Os resultados demonstram que conseguimos entregar segurança jurídica, o que oferece garantia para o cidadão que confia nos serviços, e o resultado pode ser checado por meio dos números, em que a Corregedoria registra um baixo índice de queixas”, explicou o presidente do IEPTB-AC.
Ricardo Martins ainda agradeceu o apoio do deputado estadual Pedro Longo, do deputado federal Roberto Duarte e do senador Alan Rick, presentes no evento, e que contribuíram para atender demandas como a questão da regularização fundiária.
“O Tribunal de Justiça tem uma nova relação com os delegatários. Os relatórios apontam a eficiência do serviço realizado pelos cartórios. Depois do último concurso, todos os cartórios possuem titulares, o que é um avanço, estabelecendo uma relação de confiança. A população sabe que no local existe um delegatário, então avançamos e posso afirmar, como cidadão, que, quando precisei, pude constatar o atendimento de excelência”, explicou o corregedor-geral de Justiça, desembargador Nonato Maia.
A solenidade contou com a presença de representantes do Poder Judiciário e de autoridades, como a presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Gabriela Câmara, além de representante do governo federal e de parlamentares.
“Os cartórios são essenciais para garantir ao cidadão a oportunidade de ter o documento da casa própria e do terreno. Por isso, apoiamos as ações desenvolvidas, inclusive as do Iteracre, que está realizando a regularização fundiária e precisa de recursos para garantir a documentação das terras”, afirmou Alan Rick.
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Márcio Bittar passa vergonha na CCJ ao tentar defender golpistas e leva reprimenda histórica de Otto Alencar
Veja o vídeo:
A participação do senador acreano Márcio Bittar (PL-AC) na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta quarta-feira (10) terminou em constrangimento público e expôs, mais uma vez, a estratégia fracassada de setores da extrema direita de tentar reescrever os fatos do 8 de janeiro. Ao tentar transformar a audiência em um ato de absolvição dos condenados pelos ataques à democracia, Bittar acabou sendo duramente desmentido e repreendido pelo presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), que desmontou ponto por ponto da narrativa do acreano.
Bittar insistiu em pintar os envolvidos nos atos golpistas como vítimas, defendendo a tese de que haveria “inocentes pagando por um crime que não cometeram” e insinuando abusos do Supremo Tribunal Federal. O discurso, carregado de revisionismo e frases de efeito, não só ignorou a gravidade dos ataques de 8 de janeiro como tentou colocar os responsáveis pela depredação das instituições na condição de perseguidos políticos, a velha cartilha bolsonarista que Bittar insiste em reciclar.
A tentativa, porém, foi rapidamente rebatida. Otto Alencar, visivelmente indignado com o rumo da fala, interrompeu o colega e expôs o grau de irresponsabilidade do discurso de Bittar. Em tom firme, Otto o desafiou a provar supostas “pressões do STF”, afirmando que não aceita intimidações e que nenhum senador sério compactua com esse tipo de insinuação vazia. O baiano deixou claro que Bittar tentava sustentar uma farsa política sem qualquer lastro nos fatos.
Em seguida, Otto tocou no ponto que mais constrangeu o senador acreano: sua tentativa de comparar o 8 de janeiro à ditadura militar. Lembrou que quem viveu o regime sabe o peso real das violações daquele período, mortes, torturas, cassações, e que nada disso se aproxima do que ocorreu com quem tentou derrubar a democracia em 2023. “Vossa Excelência não viveu aquilo. Leu de forma simplória”, afirmou, expondo a superficialidade histórica que sustenta o discurso de Bittar.
A reprimenda encerrou qualquer tentativa de Bittar de avançar com sua narrativa. Otto Alencar deixou registrado que não aceitará o uso distorcido da memória da ditadura para justificar ações golpistas contemporâneas. Bittar, que entrou na sessão tentando protagonismo, saiu isolado, desmoralizado e com mais um episódio de desgaste político acumulado em Brasília.
Senado desmonta discurso golpista de Márcio Bittar – Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado
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