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Nicolás Maduro em modo de sobrevivência: ditador apela ao nacionalismo para sustentar narcoditadura

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Pressionado internacionalmente e enfraquecido internamente, Maduro intensifica discurso patriótico – Foto: Rerpodução vídeo Faceboo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, mergulhou de vez no chamado “modo sobrevivência”. Isolado, com a economia em frangalhos e sob forte pressão internacional — especialmente dos Estados Unidos —, o líder chavista tem recorrido a uma cartilha já conhecida: o apelo ao nacionalismo como forma de se blindar no poder.

Em meio a denúncias de corrupção, violações de direitos humanos e acusações de comandar uma verdadeira narcoditadura, Maduro tenta se apresentar como guardião da soberania venezuelana contra o que chama de “ameaças externas”. A narrativa, porém, contrasta com a realidade de um país mergulhado em crise, com inflação descontrolada, escassez de bens básicos e êxodo de milhões de cidadãos em busca de condições mínimas de sobrevivência.

A estratégia do regime é clara: desviar o foco dos problemas internos, responsabilizando as sanções dos EUA e de países aliados pela situação econômica. Maduro repete o discurso de resistência contra o “imperialismo norte-americano”, ao mesmo tempo em que intensifica a perseguição a opositores e reforça a presença militar nos centros de poder.

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Analistas apontam que, sem legitimidade democrática e com a perda progressiva de apoio popular, Maduro aposta todas as fichas em uma narrativa de confronto externo. A medida visa não apenas manter a base chavista unida, mas também prolongar sua permanência no poder diante de um cenário cada vez mais insustentável.

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Brasil e Reino Unido firmam nova parceria para impulsionar ferrovias e atrair bilhões em investimentos

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Acordo com Reino Unido fortalece setor ferroviário brasileiro e abre caminho para bilhões em investimentos – Foto: Reprodução/ MTR

O Brasil deu mais um passo para fortalecer sua malha ferroviária ao firmar um acordo de cooperação técnica com o Reino Unido. O memorando foi assinado em Brasília pelo Ministério dos Transportes e pela Crossrail International Limited, abrindo caminho para troca de experiências em planejamento, regulação e eficiência logística.

A parceria prevê o compartilhamento de boas práticas em áreas estratégicas como governança, sustentabilidade, segurança operacional e modelos de financiamento de infraestrutura. A iniciativa também cria um canal direto de diálogo com órgãos britânicos ligados ao setor ferroviário, ampliando o acesso do Brasil a tecnologias e soluções já consolidadas na Europa.

Segundo representantes do governo, o acordo reforça o compromisso do país com ambientes regulatórios mais estáveis e projetos bem estruturados — fatores considerados essenciais para atrair investidores privados. A expectativa é que a cooperação contribua para acelerar obras, reduzir gargalos históricos e elevar o padrão técnico das ferrovias brasileiras.

O entendimento chega em um momento de expansão do setor, impulsionado por uma carteira nacional de projetos que soma milhares de quilômetros de trilhos e prevê a realização de novos leilões. A meta é destravar dezenas de bilhões de reais em investimentos, fortalecendo corredores logísticos e ampliando a capacidade de transporte de cargas em regiões estratégicas do país.

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Além disso, o Ministério dos Transportes também avança na agenda de trens de passageiros, com estudos para rotas regionais e metropolitanas. A proposta é integrar desenvolvimento econômico, mobilidade e sustentabilidade, usando a ferrovia como eixo estruturante para o crescimento do Brasil nos próximos anos.

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